quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
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terça-feira, 24 de janeiro de 2012
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
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sexta-feira, 28 de novembro de 2008
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O jornalista anglo-canadiano Malcolm Gladwell ficou famoso - e, supõe-se, bastante rico também - graças a dois talentos inestimáveis para quem ganha a vida escrevendo.
O primeiro deles é ser capaz de traduzir ideias complexas, muitas vezes restritas ao mundo académico, para uma linguagem que pode ser compreendida por qualquer pessoa alfabetizada.
A segunda aptidão de Gladwell é identificar assuntos que desafiam o senso comum. Os seus livros e as suas reportagens, publicadas regularmente na revista New Yorker, têm sempre uma abordagem que leva o leitor a arquear as sobrancelhas, pensando: "Pois é, nunca tinha olhado para as coisas dessa maneira. Não é que ele tem razão?".
No seu primeiro livro -the tipping point - Gladwell argumentou que alguns fenómenos espalha-sem pela sociedade como epidemias. Em Blink, descreveu como muitas de nossas decisões são instantâneas, tomadas literalmente num piscar de olhos, e que a racionalização não passa de um auto-engano.
No seu novo livro, Outliers, Gladwell fala sobre o sucesso. Ou melhor: sobre as razões desconhecidas do sucesso. A premissa de Gladwell é que o êxito individual depende do talento, dedicação e sorte, sem dúvida, mas também de uma série de outros factores para os quais nunca se deu a atenção devida. As 288 páginas têm como sempre uma prosa afiada e fluente, que convida o leitor a virar as páginas como se estivesse a devorar um romance. O problema é que, desta vez, os argumentos de Gladwell não fluem com tanta naturalidade quanto suas frases.
Tome o exemplo de Bill Gates. A visão, o talento e a coragem sempre estiveram presentes na sua história, mas Gladwell argumenta que é preciso cavar um pouco mais fundo para compreender a razão do extraordinário sucesso do fundador da Microsoft. Um episódio essencial teria ocorrido quando Gates ainda estava no colégio. Os pais dos alunos da escola Lakeside promoviam um bazar anual e, em 1968, decidiram investir parte do dinheiro arrecadado na compra de um terminal de computador ligado a uma central de mainframes de Seattle. Aos 15 anos de idade, Bill Gates e os seus colegas tinham um privilégio de poucos: naquela época, o acesso a computadores desse tipo era raro até mesmo em universidades. Esse evento foi crucial porque permitiu que Gates começasse a programar desde muito cedo - e obsessivamente. "Quando deixou Harvard após o segundo ano para criar sua própria empresa de software, Gates programava sem parar desde há sete anos consecutivos. Ele ultrapassou por muito as 10000 horas de programação." Que 10000 horas são essas? São uma conta mágica - além de uma bela marca registrada.
Gladwell menciona estudos que mostram que a diferença entre os violinistas e pianistas excepcionais e os simplesmente óptimos é o tempo de treino. O traço comum da genialidade? As tais 10000 horas de prática. O mesmo argumento ele usa para explicar por que os Beatles foram um sucesso: muito antes da fama, o quarteto passou horas e mais horas tocando em pequenos clubes de Hamburgo, na Alemanha. Por mais curiosa que seja a contabilidade de Gladwell, ela parece apenas uma versão em números da velha máxima: a receita do sucesso é 90% transpiração e 10% inspiração.
Mais curiosas são as ideias sobre a influência da data de nascimento nas chances de sucesso. Gladwell examina os meses de aniversário dos jogadores de hóquei canadianos e conclui que os nascidos em janeiro são a maioria entre os bem-sucedidos. Por quê? Pois são fisicamente mais desenvolvidos do que os que nasceram no fim do ano e, portanto, levam vantagem na hora de passar para as equipes de elite.
Um ponto semelhante já havia sido levantado pelos autores de Freakonomics, mas no futebol - e quando se sabe que tanto Maradona como Pelé nasceram em outubro, torna-se difícil acreditar na tese. Mas, no estruturado hóquei canadiano, que exige de todos os jogadores uma progressão por ligas escolares e universitárias, faz todo o sentido.
A segunda metade do livro de Gladwell olha o sucesso um pouco mais de longe - e vai igualmente mais longe nas conclusões. Em vez de se concentrar em indivíduos, fala de traços culturais.
Ele propõe-se, por exemplo, a estabelecer uma relação entre a conhecida aptidão dos asiáticos para a matemática e a tradição milenar do plantio de arroz no Oriente. O autor afirma que o trabalho num arrozal é de dez a 20 vezes mais intenso do que num campo de milho ou trigo de tamanho equivalente - por causa da mecanização dessas duas culturas, claro.
Também lembra que a rizicultura muitas vezes é um empreendimento familiar e autónomo. Ou seja, o camponês asiático precisa cuidar de todos os aspectos do negócio para garantir a sobrevivência da sua família. A carga de trabalho e a responsabilidade, segundo Gladwell, cristalizaram-se em elementos definidores das culturas asiáticas: a dedicação e a persistência. Não há grandes evidências para sustentar a afirmação, mas Gladwell a faz mesmo assim: ambas as características são factores determinantes para que os alunos tenham bom desempenho em matemática. Pouco intuitivo? Sem dúvida. Convincente? Não muito.
Isso não quer dizer que Malcolm Gladwell vá vender menos cópias do seu livro ou que as suas palestras mundo afora serão menos requisitadas. Também não significa que Fora de Série é uma perda de tempo. Não é. Gladwell é especialista em argumentações sedutoras, e um dos desafios da leitura é manter o espírito crítico diante de uma trama construída com tanta destreza. O livro traz nas entrelinhas uma ideia importante, ainda que não explorada a fundo nas suas páginas: o que é o sucesso, afinal de contas? Por que veneramos tanto as pessoas de destaque e compramos tão rapidamente as explicações que elas próprias dão a respeito de si mesmas? E, acima de tudo, por que estamos sempre em busca de uma receita pronta? O livro de Gladwell certamente não a traz - e dá vários indícios de que essa fórmula não existe.
(fonte: revista exame (br))
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
As capas dos livros têm certamente a ver com o sucesso do próprio livro. Naturalmente que lhes fica reservado uma percentagem infíma, no entanto, o seu desempenho na captação da atenção do consumidor tem de ser considerado.
Sempre fui fascinado por capas de livros. Acredito que a capa não vive, e não deverá, viver independente do conteúdo que o livro encerra. Certamente existem excepções, como boas capas para maus livros e vice-versa.
Ao passear pela web dei com este o site bookcovers que me presenteou com capas absolutamente fascinantes e que após uma selecção deixo aqui as minhas 14 incontornáveis (algumas influenciadas pelo escritor que embrulham).













(Fonte: bookcovers)
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Antes do Euro, o dinheiro holandês era o mais bonito do mundo. Uma nova moeda de 5 Euros, foi desenhada pelo artista e arquiteto Stani Michiels, e constitui-se como uma digna sucessora de uma grande tradição.
Michiels ganhou um concurso promovido pelo Ministério das Finanças holandês para projectar uma moeda com o tema dos "Os Países Baixos e Arquitectura".
"Abordei o tema« Arquitectura e Holanda 'a partir de dois pontos de vista ", diz ele no seu blog. "De um lado uma homenagem à rica história e arquitetura holandesa, do outro lado, a arquitectura contemporânea Holandesa de qualidade. Estes formam também os dois lados da minha moeda. Tradicionalmente parte da frente da moeda tem de retratar a rainha, enquanto a traseira exibe o valor da moeda ".
Para a frente da medalha, Michiels listou os nomes de destacados arquitectos Holandeses de acordo com a forma como eles ganharam muitos hits na internet: "Claro que essa ordem muda ao longo do tempo. Apenas os primeiros 109 arquitectos foram contemplados por forma a fazer o padrão na partede trás da moeda".
Usando diferentes pesos de uma fonte monoline que ele criou especialmente para este projecto, Michiels organizou os nomes para criar um retrato da rainha holandesa.
No verso, Michiels referenciou o número elevado de livros de arquitetura publicados recentemente, organizando diferentes tamanhos livros em torno do bordo da moeda, para que o espaço na parte de cima faça o esboço de um mapa da Holanda. "Os livros estão em ascensão para o centro tal como edifícios. Através da sua cuidadosa colocação eles combinam-se para delinear a Holanda, enquanto que as silhuetas dos pássaros sugerem a todas as capitais de províncias.
(fonte: Creative review)
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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Dei de caras com um concurso interessante - anúncios publicitários de produtos dos nosso dias no estilo de antigamente.
Os resultados são interessantes. Para mais pormenores sigam o link abaixo.






(Fonte: worth1000.com)
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quinta-feira, 30 de outubro de 2008
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quarta-feira, 29 de outubro de 2008
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terça-feira, 21 de outubro de 2008
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